Paço da Torre - Portugal
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A História do Paço

O Paço da Torre de Figueiredo das Donas é uma casa senhorial cuja origem precisa não está bem estabelecida, mas que se sabe já existia no século XV, com uma história riquíssima.

Está também ligada ao lugar e à casa uma lenda da qual consta que o nome de Figueiredo das Donas e a construção do Paço têm origem na ação nela narrada.

A construção inicial poderá segundo vários autores remontar ao período romano (Villa rústica romana), evocando-se entre outras a proximidade do balneário termal de S. Pedro do Sul, antigos banhos públicos romanos, como o provaram escavações arqueológicas efetuadas naquele local e ainda a proximidade da estrada romana Braga-Mérida, que passa a cerca de 200 metros do Paço, a qual apresenta nesta zona um bom estado de conservação. No entanto, o Paço tal como se encontrava em 2008, era uma sobreposição de construções que se foram executando ao longo de vários períodos, podendo dizer-se que o estilo predominante é o estilo “chão” Barroco português. Com a decadência da fidalguia rural entrou em abandono e desde há décadas que se encontrava desabitada, em avançado estado de degradação tendo sido sujeita a sucessivos saques.

Em 2006 foi adquirido pelos atuais proprietários, que iniciaram de imediato o processo de reconstrução da parte nobre da casa e da capela, recorrendo aos serviços da Arquiteta Elisa Rebelo.

No processo de recuperação utilizou-se o material original existente no local em termos de alvenarias de granito para a reconstrução das sólidas e grossas paredes, assim como dos frisos e pedras namoradeiras das portas e janelas, seguindo de perto o projeto original. Introduziram-se, contudo, alguns elementos necessários para o conforto da vida atual, em particular, foram generosamente alargadas algumas janelas originais e construídas varandas suspensas sobre a muralha norte, no sentido de permitir aos moradores contemplar a espetacular paisagem a norte e a poente sobre o vale do rio Vouga e as serras da Freita, da Arada, de São Macário e de Montemuro, num horizonte limpo que chega a ultrapassar os 20 kms de alcance.

O Paço está inserido numa quinta murada com 23.000 metros quadrados, parte da qual ocupada com um bosque de carvalhos, sendo o restante dedicado ao cultivo de produtos hortícolas e de produção frutícola, ambos biológicos, para consumo caseiro. Uma particularidade curiosa da quinta é a existência duma enorme quantidade de interessantes arbustos de loureiro, alguns de grande porte, que nascem espontaneamente em vários locais.

Face à grande dimensão do empreendimento, à beleza do local e à sua excelente localização, os proprietários entenderam que deveriam partilha-lo com outras pessoas que não só os amigos. Por esta razão, uma parte do Paço é também uma unidade de Turismo de Habitação, devidamente licenciado nos termos da legislação em vigor pela CM de Vouzela, com capacidade para hospedar até 16 pessoas em 8 quartos. As obras de recuperação foram concluídas no final do verão de 2010 e aí está o Paço renovado e pronto para o receber com toda a simpatia. Em 2013 foram construídos dois novos edifícios autónomos, de arquitetura moderna e amplas vistas para a paisagem, num dos quais estão os quartos D. Ignês e D. Amélia e noutro um espaço para refeições e convívio.

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